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| Imagem: Dia |
Cadeado aberto não garantido. É o fecho travado que estabelece segurança.
É o elo criado que mostra força.
Documento assinado. Boletim preenchido.
Foto registrada.
Atos assim mostram que a conexão ocorreu e certo.
A igreja tem a missão de levar o Evangelho, seja na missa, seja durante a visita aos doentes nos hospitais, seja no Sacramento do Batismo, seja na Unção dos Enfermos.
Um elo criado este ano foi o de dirimir a ideia de distanciamento do falar do zelo pela Casa Comum e do Evangelho. Não. Pelo contrário. É íntima a relação do pregar Cristo pela Ecologia.
Cuidar do coração, do outro, da Casa Comum são gestos que Cristo fez ao ir ao encontro dos excluídos (perdoar, não julgar, cultivar um coração desapegado das dores do ego), ao socorrer pela acolhida e pelos milagres de cura os doentes (cuidar os doentes, dos carcerários, dos idosos, das crianças, dos que buscam o Batismo) e quando Jesus afirma sobre o pedido mais importante: Amar a Deus sobre tudo. Quem ama a Deus não desrespeita a criação nem as criaturas.
Quem ama a Deus reza o terço e descarta corretamente seus resíduos, não estraga alimentos, não desperdiça água.
Tudo está interligado e qualquer que seja os temas futuros a serem obras, na Campanha da Fraternidade, nos festejos paroquiais, nas formações e afins, o cuidado pela Criação fará parte.
Sigamos como Francisco seguiu para levar Cristo a todos e sem deixar de olhar os irmãos homens e os irmãos Sol, Água, Lua e até a Morte.
Sigamos olhando a Amazônia como ela é: exuberante em natureza e rica nos olhares que procuram nossa igreja sinodal.
Por: Marcela Amazonas

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