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| Imagem: Pinterest |
Jesus fala sempre conosco. Usa metáforas para dar dimensão ao poder imensurável do Pai.
Ele é a luz do mundo. Ele veio batizar pelo Espírito Santo enquanto João batizou com água. Quanta gentileza, quanta humildade. Deixar ser precedido. João Batista deu exemplo de ser o maior ao sair em missão não para bel-prazer, mas por amor ao Messias.
Quantas vezes não perdemos a chance de sermos maiores ao não sermos simplesmente gentis, acolhedores, atentos a quem precisa?
Perdemos tempo demais acumulando, comprando, exigindo e deixando-nos de ser adoradores de Jesus.
João Batista não pode sair por muito tempo em missão ou com o Próprio Jesus como deve ter imaginado.
Ele foi o maior ao ser preso, humilhado e torturado. Qualquer um que for menor será maior que ele. Não há dúvidas de palavras ou trocadilhos.
Jesus admira João e admira a cada um que fala e age menos baseado em si e mais baseado no amor de Deus.
O amor de Deus é o guia prático da vida. É o aplicativo que guia o trajeto chamado vida.
João Batista foi o maior ao ser o menor.
No livro "Cinco Pães e Dois Peixes", o padre François-Xavier Nguyen Van Thuan relata sua vida. O livro oferece um testemunho de fé e esperança baseado na experiência do autor, que passou 13 anos em prisões comunistas no Vietnã, sendo 9 deles em isolamento total.
Conteúdo: Van Thuan utiliza a metáfora bíblica dos cinco pães e dois peixes para explicar que, mesmo na escassez e no sofrimento do cárcere, ele oferecia o pouco que tinha a Deus, que multiplicava essa oferta em força espiritual e consolo.
Maior é ser o menor e só há essa máxima sem nenhuma dualidade em Jesus, por Jesus e com Jesus.
Cada um pode viver esta experiência, basta permitir-se ser luz ao invés de treva, ser zelador das coisas de Deus, ou que inclui a Casa Comum, ao invés de explorador de vidas.
Por: Marcela Amazonas

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